“Eu seria (um bom técnico). Olha, naquele tempo em que podia entrar no campo, o diretor ficava sentado no banco, ajuda. Se ele tiver autoridade, conhecimento, muda. Muda o jogo durante a partida. Eu tenho história nisso aí. É difícil, você sofre mais do que os outros. Acho que seria um bom técnico. Até porque os jogadores falam muito comigo, me ouvem muito. Meus companheiros sabem que quando a coisa aperta muito, os jogadores chamam o Juvenal Juvêncio para uma palestra. Acontece umas duas vezes no ano, em momentos difíceis”, revelou.
Juvenal relembrou da vitória do São Paulo por 3 a 1 sobre a Ponte Preta, válida pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Na ocasião, o presidente são-paulino havia se reunido com o seu grupo de jogadores antes da partida.
“Ao final do jogo, tinha jogador que chegava andando com dificuldade. O que ganhou aquele jogo de três não foi a técnica, foi a alma. A conversa foi comigo, fechada, só comigo. ‘Fecha a porta, vamos falar nós aqui.’ Tenho um contato muito forte com o atleta”, afirmou.

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